O website B2B que gera leads todos os dias
O que os websites industriais fazem mal, o padrão que levou a Ultra Controlo a receber leads diários de todo o mundo e os 5 elementos que convertem em B2B.
A maioria dos websites industriais portugueses é um catálogo em PDF com uma morada. O comprador técnico chega, não encontra a especificação que procura, não percebe se a empresa exporta, e vai-se embora para o concorrente que responde no próprio dia. Não tem de ser assim. Já vimos o contrário acontecer, todos os dias, num cliente nosso.
O que os sites B2B fazem mal
Os erros repetem-se de setor para setor: produtos sem especificações técnicas visíveis, tudo escondido em PDFs para descarregar, um formulário genérico de “contacte-nos”, zero provas de projetos entregues, site apenas em português num negócio que quer exportar, e páginas lentas que o Google não mostra a ninguém. O site diz “existimos” quando devia dizer “resolvemos o seu problema, e aqui está a prova”.
O padrão Ultra Controlo
A Ultra Controlo fabrica equipamentos de gases medicinais em Portugal e vende para todo o mundo. Quando reconstruímos o website, o objetivo não era ser bonito, era responder ao comprador técnico: produtos com especificações completas, provas de projetos internacionais, certificações visíveis, pedido de cotação sem fricção, nas línguas certas. O resultado: leads todos os dias, de vários continentes, ao ponto de a empresa ter tido de reforçar a equipa para conseguir responder a todos. O website passou de cartão de visita a canal comercial.
Os 5 elementos que convertem em B2B
1. Especificações à vista. O comprador técnico compara antes de falar com alguém. Fichas completas na própria página, não fechadas num PDF.
2. Prova de entrega. Projetos concretos, setores servidos, certificações. Em B2B, a confiança decide antes do preço.
3. Pedido de cotação sem fricção. Um formulário curto, no sítio certo, com resposta em horas. Cada campo a mais custa leads.
4. As línguas dos mercados-alvo. Quem quer vender para França, Alemanha ou África tem de ser encontrado, e lido, nessas línguas.
5. Velocidade e SEO técnico. O melhor conteúdo do mundo não converte se a página demora oito segundos a abrir ou não aparece no Google.
Nenhum destes pontos exige um site enorme nem um orçamento de multinacional. Exige critério: falar com o comprador técnico na língua dele, dar-lhe as provas que ele procura e tirar-lhe o atrito do caminho até ao pedido de cotação.
O teste de um minuto
Abra o seu site como se fosse um comprador estrangeiro: consegue perceber em trinta segundos o que a empresa faz, para quem, com que provas, e como pedir uma cotação? Se a resposta é não, o site está a custar-lhe negócios que nunca chega a ver, porque a lead que não entra não deixa rasto.
Se o seu website é um cartão de visita e devia ser um canal comercial, fale connosco. Mostramos-lhe o que mudaríamos primeiro no seu site, e porquê.